Sunday, July 6, 2014



Não são os teus olhos azuis, o cabelo loiro aos cachos, pele de porcelana e um corpo quase esbelto que te fazem uma pessoa fantástica e admirável. És sem dúvida, uma pessoa extra confiante... Entras numa sala e fazes as pessoas rir com palavras sem sentido, piadas que não têm piada. Fá-lo de forma sublime. O que me irrita profundamente, por saber que não é nada inteligente. 
És conquistadora de tudo o que um mortal pretende alcançar em vida. Encontras as sortes pelo caminho. Tal como tens a oportunidade de desperdiçar o amor pela luxúria. Por amor de popularidade, por amor de um futuro recheado de mais oportunidades. Deixou de ser amor para oportunismo. 
Não te importas realmente, porque a demonstração pública é sempre bem estruturada na tua cabeça como o modelo ideal. Já não sei distinguir a tua verdadeira realidade. É juntamente com as personagens que interpretas em palco que tudo se tornou mais aliciante para quem acredita no teu fingimento. Viras de sad face para happy face nos intervalos do espectáculo. Torna-se genuíno da tua parte. Percebe-se que és detentora de talento. Mas que é facilmente ultrapassado se os demónios da insegurança de quem te rodeia fossem esquecidos e o verdadeiro Eu fosse confrontado com o teu. Estarás com medo quando esses são ultrapassados e existe um esquecimento da tua pessoa? Dás uma gargalhada alto e sussurras o que te vai fazer parecer melhor. Falas mal, deixas mal... E espetas as tuas armas a quem mais luta e sabe. 
Se as flores te fazem companhia pelas oportunidades que te viste a triunfar, não te esqueças que essas não duram para sempre. E agora, é esperar darling, é esperar... 

Monday, June 16, 2014


Quando achava estar preparada para cantar á frente das pessoas e mostrar o esforço e todo o trabalho árduo vi-me confrontada com as piores das hipóteses. Não sei quando vou deixar o nervos de fora, quando vou começar a ter confiança como os outros. Os outros... São sempre melhores na minha cabeça. E realmente são. Não posso ser mais do que realista, mas custa não conseguir mostrar a minha capacidade. Não conseguir mostrar a minha musicalidade, como eu gosto de me exprimir na música e fazer-vos sentir o que na minha mente a música transforma. Então, levei um sermão pior que o dos peixes e voltei ao patamar inicial. Na minha cabeça tudo o que era dito eu sabia e queria mostra-lo. Mas não saía, não nada... Agora com um exame nacional na Quarta-Feira e Quinta-Feira (nesta semana, claro) tenho que conciliar com todas as tardes de aulas abertas e preparação para as provas. Vou levar banhos de água fria, desilusões, e sentimentos de revolta e fracasso. Mas a vida de músico é mesmo assim. E vida de personalidades de baixa auto-estima ainda piores. Ridículo. É completamente, ridículo!



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