Wednesday, December 4, 2013

Nasço e desembrulho-me do mundo hipotético sempre que me escuto. Que triste eu sou, deambulando na melodia completamente dissonante, que os meus ouvidos ainda inocentes tentam desesperadamente persuadir. Era tão mais fácil ser surda para com a realidade! Posso odiar-te? 




Não chores. Não precisas de entrar no mundo da solidão e chorar infinitamente. Alias, eu sempre estarei algures no mundo a escrever no ar as palavras que te fazem rir... És tão fácil de soltar uma gargalhada, e isso descontrola-me! É verdade... Sou igualmente fácil de descontrolar, sou o espelho da tua alma que esconde ou interpreta o que o mundo pensa ser debilidade ou lôbrego. 
Mas o que importa o que o mundo pensa do teu descontentamento sobre quem realmente és? Eu diria, o que importa que eles não saibam penetrar nas tuas entranhas e descubram a tua maestria, tão singular e deslumbrante? Importas tu.... Ainda não descobriste? 


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